segunda-feira, 31 de agosto de 2009
EM DEFESA DAS MENORES
A presidente da Associação de Mulheres de Coari, Geralda Mendes, disse que lamenta muito o fato de que o grupo de Adail Pinheiro tenha tornado uma "cidade sem lei e território da pedofilia", como demonstrou ontem à noite a TV Record revelando que seus assessores pesquisavam crianças nas escolas e as fotografavam para o ex-prefeito escolher. Geralda Mendes disse que os casos de pedofilia caíram drasticamente em Coari desde que a operação Vorax - "trabalho brilhante realizado pela Polícia Federal", foi realizado. Hoje, segundo Geralda, as escolas passaram a ser vigiadas pelas próprias mulheres atentas a qualquer assessor do ex-prefeito que se aproxime. "Hoje temos dois parceiros fundamentais para denunciar qualquer caso de pedofilia - o senador Magno Malta e vocês da imprensa, que fazem o trabalho complementar da Vorax" , atestou
QUE VERGONHA!
COARI TEM REPRESENTAÇÃO DESPEJADA EM MANAUS
Um oficial de justiça está sendo esperado a qualquer momento na mansão do Vieiralves, casa onde funciona a Representação da Prefeitura de Coari. A falta de pagamento de aluguel, água e luz obrigou o proprietário entrar na Justiça e pedir o imóvel de volta.Os poucos funcionários que ainda trabalham lá estão apavorados sem saber o que fazer nem para onde ir.
Blog doHolanda
Um oficial de justiça está sendo esperado a qualquer momento na mansão do Vieiralves, casa onde funciona a Representação da Prefeitura de Coari. A falta de pagamento de aluguel, água e luz obrigou o proprietário entrar na Justiça e pedir o imóvel de volta.Os poucos funcionários que ainda trabalham lá estão apavorados sem saber o que fazer nem para onde ir.
Blog doHolanda
O arrogante usa máscara
Postado por Paulo Coelho
Epictetus nasceu escravo, e se tornou um dos grandes filósofos de Roma. Foi expulso da cidade no ano 94, e criou - no exílio - uma maneira de ensinar a seus discípulos.
Comentava a respeito dos encontros com outras pessoas: “Duas coisas podem acontecer quando nos encontramos com alguém: ou nos tornamos amigos, ou tentamos convencer esta pessoa a aceitar nossas convicções. O mesmo acontece quando a brasa encontra um outro pedaço de carvão: ou compartilha seu fogo com ele, ou é sufocada por seu tamanho, e termina se extinguindo”.
“Como, geralmente, somos inseguros num primeiro contacto, tentamos a indiferença, a arrogância, ou a excessiva humildade. O resultado é que deixamos de ser quem somos, e as coisas passam a se dirigir para um estranho mundo que não nos pertence”.
“Para evitar que isto aconteça, permita que seus bons sentimentos sejam logo notados. A arrogância geralmente é uma máscara banal da covardia, e termina impedindo que coisas importantes floresçam na sua vida”.
Postado por Paulo Coelho
Epictetus nasceu escravo, e se tornou um dos grandes filósofos de Roma. Foi expulso da cidade no ano 94, e criou - no exílio - uma maneira de ensinar a seus discípulos.
Comentava a respeito dos encontros com outras pessoas: “Duas coisas podem acontecer quando nos encontramos com alguém: ou nos tornamos amigos, ou tentamos convencer esta pessoa a aceitar nossas convicções. O mesmo acontece quando a brasa encontra um outro pedaço de carvão: ou compartilha seu fogo com ele, ou é sufocada por seu tamanho, e termina se extinguindo”.
“Como, geralmente, somos inseguros num primeiro contacto, tentamos a indiferença, a arrogância, ou a excessiva humildade. O resultado é que deixamos de ser quem somos, e as coisas passam a se dirigir para um estranho mundo que não nos pertence”.
“Para evitar que isto aconteça, permita que seus bons sentimentos sejam logo notados. A arrogância geralmente é uma máscara banal da covardia, e termina impedindo que coisas importantes floresçam na sua vida”.
Amar significa muito mais
Porque amo Coari!
Amor significa muito mais do que simples palavras ao vento, significa cuidar, preservar, cuidar e acima de tudo respeitar e não maltratar. Quando olhamos para nossas ruas esburacadas, para nosso povo sofrido sem emprego e renda mínima para sobreviver, vemos ai as marcas desse amor que estão pregando em nossa cidade, amor significa muito mais, vai além do que podemos imaginar porque o amor de verdade rompe as barreiras e transforma tudo o que é ruim em pura felicidade.
Quem realmente ama alguma coisa não destrói, não abandona e nem desvirtua um povo que tanto tem e nada ver, gastaria de poder um dia ver meu filho crescer nesta terra tão rica de um povo tão nobre e podermos assim viver em união e prosperidade. Precisamos mais do que nunca nos libertar dessa situação que vivemos em Coari, dessa situação que já não dar mais pra aceitar que é viver isolado falando somente com uns e outros não, precisamos de amor de verdade e não amor simplesmente por conta de quase 15 milhões que temos em nosso orçamento que é do povo, por isso estamos mais uma vez tendo a chance de mudar e ver pra onde vai nosso rico dinheirinho quando realmente tivermos um prefeito compromissado com o povo. Acredite! Podemos-nos mudar.
Amor significa muito mais do que simples palavras ao vento, significa cuidar, preservar, cuidar e acima de tudo respeitar e não maltratar. Quando olhamos para nossas ruas esburacadas, para nosso povo sofrido sem emprego e renda mínima para sobreviver, vemos ai as marcas desse amor que estão pregando em nossa cidade, amor significa muito mais, vai além do que podemos imaginar porque o amor de verdade rompe as barreiras e transforma tudo o que é ruim em pura felicidade.
Quem realmente ama alguma coisa não destrói, não abandona e nem desvirtua um povo que tanto tem e nada ver, gastaria de poder um dia ver meu filho crescer nesta terra tão rica de um povo tão nobre e podermos assim viver em união e prosperidade. Precisamos mais do que nunca nos libertar dessa situação que vivemos em Coari, dessa situação que já não dar mais pra aceitar que é viver isolado falando somente com uns e outros não, precisamos de amor de verdade e não amor simplesmente por conta de quase 15 milhões que temos em nosso orçamento que é do povo, por isso estamos mais uma vez tendo a chance de mudar e ver pra onde vai nosso rico dinheirinho quando realmente tivermos um prefeito compromissado com o povo. Acredite! Podemos-nos mudar.
domingo, 30 de agosto de 2009
MANIFESTAÇÃO DE REPÚDIO

Sob a liderança de Arnaldo Mitouso, ontem dia 29 de Agosto Coari parou diante uma caminhada misturada de carreata levando muitas pessoas às ruas de nossa cidade numa demonstração de revolta por tudo que acontece em Coari por parte de um grupo que não aceita ser enterrado e extinto de nossa cidade, estiveram participando dessa grande manifestação de repúdio á corrupção e pedofilia pessoas simples e humildes sem que sejam pagas para estarem presentes a este ato público onde o que vale é o respeito pelo povo de nossa terra, sem muitos comentários e sem exageros como fazem o povo da situação que ainda vivem esperando alguém ressurgir das cinzas, ontem foi mostrado para muitos que realmente devemos mudar a situação política de nossa cidade, esperamos que dede já possamos manifestar nosso repúdio a todas as imoralidades que aconteceram em Coari e fazendo isso estaremos garantindo nosso futuro de dias melhores. Vamos a luta!!
DA REVISTA ISTO É.
Brasil Revista istoe
Terra sem lei Coari é uma das cidades mais ricas do Amazonas: tem gás, petróleo e muita corrupção Claudio Dantas Sequeira /FLAGRA Operação Vorax da Polícia Federal apreendeu R$ 7 milhões e iniciou investigação Coari, a segunda cidade mais rica do Amazonas, é conhecida como "a cidade do gás". A exploração mineral trouxe riqueza para o município, a 363 quilômetros de Manaus, importante por abrigar o campo de Urucu, da Petrobras. Só que o crescimento também a transformou num objeto de cobiça de políticos e juízes atrás dos royalties do petróleo. De um ano para cá, os escândalos são tantos que Coari se tornou o melhor exemplo de terra sem lei. Não apenas porque a letra do Código Penal sofra um desrespeito contumaz. Mas porque quem deveria fazê-la respeitar no Executivo, no Legislativo e no Judiciário é quem mais a fere - a ponto de, há um mês, a prefeitura ter sido entregue a um vereador, Emídio Rodrigues Neto (PP), porque o prefeito, o vice, o presidente e o vice-presidente da Câmara foram todos cassados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico.A corrupção na cidade foi revelada pela Operação Vorax, da Polícia Federal, em maio de 2008, quando foram apreendidos R$ 7 milhões em uma casa usada para reunões políticas pelo grupo do ex-prefeito Adail Pinheiro (PMDB). As investigações revelaram fraudes em licitações, sonegação fiscal e desvios de royalties no valor de R$ 80 milhões. Pesam contra 150 pessoas acusações de corrupção, improbidade administrativa, venda de sentenças judiciais e exploração sexual de menores. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o afastamento do desembargador Yedo Simões e de seu irmão, o juiz Elci Simões, do Tribunal de Justiça do Amazonas - suspeitos de negociarem sentenças que favoreceram Pinheiro e seu vice, Rodrigo Alves (PP). "Há indícios fartos de que eles manipularam decisões judiciais e receberam vantagem", acusa o relator do processo, Felipe Locke Cavalcanti. Segundo a PF, gravações telefônicas indicam que os magistrados teriam recebido somas em dinheiro, além de favores como ingressos para espetáculos e até convites para o desfile das escolas de samba no Rio de Janeiro.No mesmo dia em que o CNJ afastou os magistrados, o TSE rejeitou o último recurso de Rodrigo Alves contra sua cassação. Vice de Pinheiro até o ano passado, ele foi eleito prefeito em 2008. Em julho, no entanto, o TRE cassou seu mandato e o do vice, Leondino Menezes (PTB), do presidente da Câmara, José Henrique Freitas (PP), e do vice-presidente, Adão da Silva (PMDB), o quarto na linha sucessória. Assim o poder chegou às mãos do vereador Neto. Coari, porém, ainda não está a salvo: Neto responde a três processos na Justiça Federal. Mas a esperança para a cidade ainda está nas urnas: em menos de um mês, no dia 20, haverá nova eleição para prefeito.FOTOS: POLÍCIA FEDERAL; ANTÔNIO MENEZES /ACRÍTICA
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
PEDÓFILOS E CAFETÕES
Juíza suspeita recebe e guarda denúncia contra Adail
Desde junho último, a juíza Ana Paula Braga, filha do secretário de Cultura Robério Braga, tem em mãos a representação contra o ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro e os ex-secretários municipais Adriano Salan e Maria Lândia dos Santos, num processo por exploração sexual de menores e incentivo à prostituição movido pelo Ministério Público. Ela foi arrolada pela Operação Vorax, desencadeada pela Polícia Federal há dois anos, como parte integrante de um esquema de corrupção e pedofilia e encontra-se, atualmente, sob investigação do Conselho Nacional de Justiça, embora tenha tentado junto à Corte Suprema do país retirar seu nome da trama sinistra que sacode o município desde que ali chegou o mega-corrupto Adail Pinheiro e seus cafetões, capangas e parceiros políticos. Apesar de ter sido protocolada há dois meses, a ação ainda se encontra na segunda Vara da Comarca do município e não há notícia de que tenha sofrido quaisquer providências por parte da juíza Ana Paula Braga. Nas gravações da Operação da Polícia Federal ela aparece cobrando do esquema aluguel da própria moradia, passagens, e ressarcimentos de pagamentos obscuros e adiantados feitos pela magistrada, além de uma intimidade no mínimo curiosa com os membros da gangue. Um eloqüente cenário de favorecimento de Adail Pinheiro por meio de medidas judiciais.
Escandalosamente inaceitável
Foram necessários dois anos para o Ministério Público Estadual apresentar uma representação, assinada pelo promotor de Justiça Valber Diniz da Silva, o que facilitou extremamente a continuidade e impunidade do esquema. Esse atraso para levar adiante a investigação e punição de uma bandalheira de tanta relevância e gravidade é, aos olhos do cidadão comum, aquele que paga impostos e financia a ação do agente público, escandalosamente inaceitável. À época, foram presos mais de 30 integrantes do esquema cujo funcionamento o próprio Ministério Público tinha conhecimento e para o qual já fora provocado em outras investigações da própria Polícia Federal. Por que alimentar uma demora que sugere impunidade e a perpetuação do dano. Essa resposta o Ministério Público precisa dar à sociedade.
Fragmentação conivente
Diante da lentidão do MP, os dois meses em que a Justiça de Coari, que recebeu o processo em 29 de julho último, vão parecer corriqueiros. E é curioso o fato das ações serem absolutamente desconectadas entre si apesar de se assemelharem em forma, número e intensidade imoral e criminal. No caso desta ação específica o Ministério Público pede a condenação dos acusados com base no artigo 244-A do Estatuto da Criança e do Adolescente que pune com pena de quatro a dez anos de prisão quem submete menores de idade à prostituição ou à exploração sexual. Tenta enquadrá-los também nos artigos 227, 228 e 229 do Código Penal Brasileiro, que tratam de casos de favorecimento à prostituição. Juntos, todos esses crimes podem render mais de 30 anos de reclusão. Será que o volume de barbaridades não conta no cálculo, dado que a freqüência é comprovadamente alta e antiga. E o que fazer com a comprovação de que os recursos financeiros para essa promiscuidade eram desviados do Sistema Único de Saúde, um desvio que ceifou vidas e impediu que pessoas recuperassem a saúde. O que o Ministério Público teria a dizer a respeito?
“O que é isso, companheiro?”
Em Coari, a secretária municipal de Ação Social, Maria Lândia, cujas atribuições deveriam voltar-se aos mais humildes, excluídos e oprimidos, não passava de uma cafetina, zeladora e promotora de exploração sexual de jovens, que eram atraídas para satisfazer as perversões de Adail Pinheiro, seu patrão de quem recebia cargo e confiança na administração municipal. Nas gravações, juízes utilizam palavrões e confirmam as perversões, veadagem e troca de favor, com venda e manipulação de sentenças. Na estrutura de podridão, Adriano Salan é apontado como intermediador das mulheres induzidas à prostituição para atender Adail Pinheiro a quem Lula chamou de companheiro e que batizou o aeroporto da município com o nome do governador Eduardo Braga.
Fonte/Maskate
Juíza suspeita recebe e guarda denúncia contra Adail
Desde junho último, a juíza Ana Paula Braga, filha do secretário de Cultura Robério Braga, tem em mãos a representação contra o ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro e os ex-secretários municipais Adriano Salan e Maria Lândia dos Santos, num processo por exploração sexual de menores e incentivo à prostituição movido pelo Ministério Público. Ela foi arrolada pela Operação Vorax, desencadeada pela Polícia Federal há dois anos, como parte integrante de um esquema de corrupção e pedofilia e encontra-se, atualmente, sob investigação do Conselho Nacional de Justiça, embora tenha tentado junto à Corte Suprema do país retirar seu nome da trama sinistra que sacode o município desde que ali chegou o mega-corrupto Adail Pinheiro e seus cafetões, capangas e parceiros políticos. Apesar de ter sido protocolada há dois meses, a ação ainda se encontra na segunda Vara da Comarca do município e não há notícia de que tenha sofrido quaisquer providências por parte da juíza Ana Paula Braga. Nas gravações da Operação da Polícia Federal ela aparece cobrando do esquema aluguel da própria moradia, passagens, e ressarcimentos de pagamentos obscuros e adiantados feitos pela magistrada, além de uma intimidade no mínimo curiosa com os membros da gangue. Um eloqüente cenário de favorecimento de Adail Pinheiro por meio de medidas judiciais.
Escandalosamente inaceitável
Foram necessários dois anos para o Ministério Público Estadual apresentar uma representação, assinada pelo promotor de Justiça Valber Diniz da Silva, o que facilitou extremamente a continuidade e impunidade do esquema. Esse atraso para levar adiante a investigação e punição de uma bandalheira de tanta relevância e gravidade é, aos olhos do cidadão comum, aquele que paga impostos e financia a ação do agente público, escandalosamente inaceitável. À época, foram presos mais de 30 integrantes do esquema cujo funcionamento o próprio Ministério Público tinha conhecimento e para o qual já fora provocado em outras investigações da própria Polícia Federal. Por que alimentar uma demora que sugere impunidade e a perpetuação do dano. Essa resposta o Ministério Público precisa dar à sociedade.
Fragmentação conivente
Diante da lentidão do MP, os dois meses em que a Justiça de Coari, que recebeu o processo em 29 de julho último, vão parecer corriqueiros. E é curioso o fato das ações serem absolutamente desconectadas entre si apesar de se assemelharem em forma, número e intensidade imoral e criminal. No caso desta ação específica o Ministério Público pede a condenação dos acusados com base no artigo 244-A do Estatuto da Criança e do Adolescente que pune com pena de quatro a dez anos de prisão quem submete menores de idade à prostituição ou à exploração sexual. Tenta enquadrá-los também nos artigos 227, 228 e 229 do Código Penal Brasileiro, que tratam de casos de favorecimento à prostituição. Juntos, todos esses crimes podem render mais de 30 anos de reclusão. Será que o volume de barbaridades não conta no cálculo, dado que a freqüência é comprovadamente alta e antiga. E o que fazer com a comprovação de que os recursos financeiros para essa promiscuidade eram desviados do Sistema Único de Saúde, um desvio que ceifou vidas e impediu que pessoas recuperassem a saúde. O que o Ministério Público teria a dizer a respeito?
“O que é isso, companheiro?”
Em Coari, a secretária municipal de Ação Social, Maria Lândia, cujas atribuições deveriam voltar-se aos mais humildes, excluídos e oprimidos, não passava de uma cafetina, zeladora e promotora de exploração sexual de jovens, que eram atraídas para satisfazer as perversões de Adail Pinheiro, seu patrão de quem recebia cargo e confiança na administração municipal. Nas gravações, juízes utilizam palavrões e confirmam as perversões, veadagem e troca de favor, com venda e manipulação de sentenças. Na estrutura de podridão, Adriano Salan é apontado como intermediador das mulheres induzidas à prostituição para atender Adail Pinheiro a quem Lula chamou de companheiro e que batizou o aeroporto da município com o nome do governador Eduardo Braga.
Fonte/Maskate
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